ALAZAO C, MANGALARGA PAULISTA, ~1845
| Color: ch
ALAZÃO ~1845.
Este cavalo era, segundo a opinião do Capitão Chico, o cavalo mais perfeito
de formas, o mais corredor e o melhor de andar que ele criou.
Foi um cavalo muito pouco experimentado, tanto uma semana após ter sido posto com a eguada, aos 4 anos, morreu de tétano proveniente de uma pisadura de arreio.
Tal era o conceito que se tinha dele que esperou-se um mês antes de se por outro reprodutor nas éguas, para se poder determinar com certeza quais os seus filhos. Nasceu então uma égua Alazã (velha) que foi a sua única
filha.
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A distância do sertão ao sul de Minas, e mesmo ao Rio de Janeiro, não impedia que Francisco Antonio mantivesse relações e influência na Corte. Por ocasião do nascimento de sus primeira filha, Maria Clara, a família regressou a Minas, onde permaneceu por vários meses. Nessa ocasião Francisco Antonio, em visita ao Rio de Janeiro, conheceu pessoalmente a então futura Imperatriz do Brasil, Dona Leopoldina que, tempos depois, lhe enviou de presente dois cães de caça, presos por uma trela de prata com as armas da Coroa. Essa trela, muitos anos mais tarde, ainda era vista nas caçadas do Capitão Chico, Francisco Marcolino Diniz Junqueira – segundo filho de Francisco Antonio.
No retorno para o “sertão”, Francisco Antonio também levava mais um animal, presente de um de seus cunhados. Tratava-se do Volteiro, um potro alazão salpicado, reprodutor com apenas dois anos, por quase indomável, embora de belo porte, ótimo de andar e resistente a toda prova.
Volteiro seria antecessor do cavalo Alazão, um dos mais renomados reprodutores dos primeiros tempos e, ainda responsável pela introdução da pelagem salpicada no Mangalarga.
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